29 de outubro de 2017

O CORAÇÃO, O CÉREBRO E A CONSCIÊNCIA

Todos os órgãos e glândulas do corpo geram vibração eletromagnética. São formados pela unidade estrutural do ser vivo. A CÉLULA. E o mais interessante! Há quem diga que coração é o órgão que tem a vibração mais forte de todos os órgãos e pode ser sentida a metros de distância.

Além disso, o coração conecta a pessoa com o sentimento e com a intuição, o que o difere muito do cérebro e tantas vezes nos coloca em estado de dúvida sobre o que fazermos em determinadas situações, onde o pensamento e sentimento andam em sentidos opostos.

 É bem provável que sejamos todos intuitivamente dualistas. De fato temos bons motivos para não associar as atividades mentais com o cérebro. Isto não acontece com os outros órgãos e sistemas do nosso corpo. Podemos, por exemplo, fazer uma associação visceral entre os alimentos que ingerimos e os órgãos do sistema digestório. Conseguimos perceber a passagem do bolo alimentar pelo esôfago, estômago, intestinos... Da mesma forma associamos facilmente a respiração com nossas vias aéreas, cavidade nasal, brônquios..., sentimos o tórax expandir pela entrada do ar. Sentimos músculos e ossos ao nos movimentar, ao sentar ou ao cair. Então, de certa forma podemos relacionar nossas vísceras com suas respectivas funções, mas com o cérebro isso não acontece.

Não temos como criar uma relação perceptiva entre aquilo que o cérebro faz (pensar, sentir, calcular, decidir, planejar, desejar, etc.) com essa massa gelatinosa dentro de nossa cabeça. A impressão que temos é que a produção de ideias e pensamentos é algo que fica fora do corpo, próximo da cabeça talvez, mas não dentro dela.

Em parte por causa disto -e em boa parte também pelo medo da morte- temos uma forte propensão a separar a mente do corpo.

Pensar numa mente, alma, espírito, ou self independente do nosso corpo é um pensamento espontâneo e intuitivo, amparado naquilo que nossos sentidos nos revelam, mas pensamentos intuitivos não são bons para resolver problemas complexos. Lembremos como foi intuitivo por séculos pensar que a Terra estava fixa e tudo se movia ao redor dela.

O coração e o cérebro estão sempre se comunicando através de sistemas nervosos e o campo eletromagnético do corpo. É através deste processo de comunicação dinâmica que a consciência do coração pode mudar a forma como as informações são processadas no cérebro. Esse processo também pode afetar a forma como a energia flui no corpo.


O coração - "aquele" órgão que pulsa - coloca-nos em movimento através de suas propriedades. Gera ondas mecânicas. Gera ondas elétricas. Possui um campo magnético poderoso. Está intimamente associado as emoções e ao sentimento. Fiquemos ansiosos e o coração acelera. Fiquemos calmos e o coração desacelera. Tum-tá; Tum-tá; Tum-tá e assim ele bate cerca de 100 mil vezes por dia. As ondas que são por ele produzidas ficam circunscritas aos limites da pele? Com certeza não. A cardioenergia produzida pelo coração vai além dele mesmo. Abracemos uma pessoa e coloquemos coração face a face com o outro. Percebemos a intensidade da outra pessoa e vice-versa. Há pessoas que nascem com a parte elétrica do coração comprometida e, dessa maneira, desenvolvem taquicardias diversas. Há outras pessoas que nascem ou desenvolvem bloqueios diversos na atividade elétrica do coração e apresentam bradicardias. Gestão dos sentimentos. Raiva - Ressentimento - Ódio já são muito bem estudados a sua relação com o coração e o surgimento de patologias.

 Estamos cuidando bem dos nossos corações?
 Personalidade e coração se interagem. Mente e coração se interligam. O que pensamos é tão importante quanto o que alimentamos. O que sentimos é tão importante quanto o que nos nutri. Quem sabe a saúde do coração não esteja também na aquisição da coerência? É, uma maneira de estreitar o discurso com a prática. Isso é saúde.
A física quântica merece atenção. Ela estudo o infinitamente pequeno. A constituição íntima da matéria. Essa matéria é uma tendência do vir-a-ser. Temos consciência que escolhe essas tendências. Corpo físico. Corpo vital. Corpo mental e Corpo supramental. As "doenças" podem ter diversas origens de acordo com o nível de onde fluem as informações. É uma abordagem diferente. É um novo paradigma. A medicina merece uma nova abordagem. O coração (possui uma glândula chamada TIMO, SEU NOME EM GREGO ”THYMUS” SIGNIFICA ENERGIA VITAL) tem um papel fundamental, não apenas mecânico, mas na distribuição e arrecadação do movimento da energia. Ele é um órgão que por excelência coordena a entrada e a percepção desse movimento chamado sentimento.
 A medicina durante muitos anos só conhecia o timo através da autópsia e ele sempre estava atrofiado. Acredita-se que ele parava de crescer na adolescência e quando visto no seu tamanho normal no adulto. forte dose de medicamentos era imposta, temendo-se as consequências do seu tamanho.

Mais tarde a ciência demonstra que mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativo; é um dos pilares do sistema imunológico junto com a glândulas adrenais e espinha dorsal e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem.

Como uma central telefônica por onde passam todas as ligações, ele faz conexões para fora e para dentro se formos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa, é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras e pensamentos, amor e ódio o afetam profundamente. Ideias negativas têm mais poder sobre ele do que vírus ou bactérias.

Já que tais sentimentos não existem em forma concreta, o timo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, como a herpes. Em compensação, ideias positivas conseguem dele uma ativação geral em todos os poderes, lembrando a fé que remove montanhas.

Percebam o coração (timo)!
Já o cérebro? Importante. O sistema límbico especializou-se na distribuição desse sentimento pelo sistema nervoso para todas as células.

Nas últimas décadas os cientistas passaram a apostar - a partir de todas as evidências disponíveis - que a consciência é uma propriedade da atividade química do cérebro.

Curiosamente, Alcmaeon, médico da Grécia antiga (ano 450 AC) se aproximou bastante das teorias atuais ao concluir que era o cérebro, e não o coração, o órgão central de sensação e do pensamento. Mas esta aproximação com a realidade foi destruída pelo pensamento aristotélico. Aristóteles continuava defendendo que o órgão das ideias e as sensações era o coração e que o cérebro seria apenas um “radiador” destinado ao resfriamento. E como sabemos o pensamento aristotélico, tão anticientífico, dominou a civilização ocidental até o século XVI, quando Galileu apontou uma luneta aos céus e comprovou que apenas com a intuição jamais conseguiríamos entender a complexidade do universo. Para isso precisávamos da ciência. E sobre a existência de uma alma imortal que sobreviva à morte do corpo físico, a ciência tem sido nada reconfortante.

Quem preferir acreditar na alma imortal pode continuar acreditando. Se nenhum cientista conseguiu provar sua existência, tampouco conseguirá provar sua inexistência.

“Siga o coração” é uma frase que a gente vive ouvindo por aí, mas às vezes não é assim que as coisas funcionam. Isso significa deixar sentimentos profundos nos dominar, o que pode ser um tanto problemático vez ou outra. De fato, nossos sentimentos são o que nos ajudam a entender o mundo além da lógica e, portanto, eles são as chaves para a compreensão dos aspectos espirituais de nós mesmos. Já a mente, traz os questionamentos e regras sociais aprendidas que podem ser muito úteis nas nossas decisões.

O cérebro trabalha com o coração e corpo, incluindo a amígdala, para processar emoções e incorporar memórias emocionais. A amígdala é a parte do cérebro que nos ajuda a tomar decisões e processá-los com base em nossas experiências passadas. Isso mostra uma ligação entre as emoções e os sentimentos... o cérebro e o corpo.

O fato é que a neurociência explica que há relações precisas entre a atividade cerebral e funções mentais, estados ou experiências. O pesquisador Harold Pasher da Universidade da Califórnia acredita que as relações apresentadas pela neurociência são mais precisas do que deveriam, devido aos métodos atuais de medição, que não são ideais. Além disso, ele afirma que dificilmente, em pesquisas da neurociência, o método exato para a obtenção dessas relações é informado.

Com o avanço da ciência, novos métodos mais exatos poderão ser desenvolvidos e comprovar que a consciência realmente está no cérebro – a discussão é um pouco mais profunda. Se a neurociência diz que é possível relacionar consciência com atividade cerebral, a mesma neurociência, uma ciência física, pode dizer o que a consciência humana realmente é.

Consciência" vem do termo latino conscientia, de consciens, particípio presente de conscire = estar ciente (cum = com, partícula de intensidade e scire = sei). Também encontramos uma possível raiz formada de junção de duas palavras do latim; conscius+sciens: conscius (que sabe bem o que deve fazer) e sciens (conhecimento que se obtém através de leituras; de estudos; instrução e erudição).
Foi no Homo sapiens que o córtex, camada superior do cérebro, atingiu seu desenvolvimento máximo. E é justamente essa área a responsável por atividades mentais consideradas “nobres”, como consciência, linguagem e raciocínio. O nosso córtex, contudo, é só a versão mais exagerada de uma tendência que já pode ser detectada entre outras criaturas do grupo dos mamíferos.
A resposta mais direta para a pergunta acima então é: porque os humanos têm um cérebro grande e complexo. Mas por que ele se desenvolveu assim? Levando ESPECIFICAMENTE a consciência em consideração, a resposta pode ser a nossa vida social extremamente complexa, cheia de alianças, viradas de mesa e traições. A necessidade de estar um passo à frente dos outros, de antecipar as jogadas de companheiros e adversários, teria aumentado significativamente nosso processamento cerebral. E, para entender a cabeça dos outros, nada melhor do que usar a nossa compreensão de nós mesmos como um “modelo” deles. Nasceria, assim, a AUTOCONSCIÊNCIA.

E a autoconsciência é assunto para outro dia!!  
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MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA

MEDITAÇÃO DA LUZ DOURADA
Deve-se estar sentado confortável com a coluna vertebral bem direita. Começamos por inspirar profundamente pelo nariz e expiramos pela boca. Visualizamos a inspiração em energia branca e pura e a expiração levando todas as toxinas e energias negativas em névoas negras. Seguidamente concentramo-nos na energia do universo, das estrelas, dos planetas e focalizamo-nos em inspirar essa energia, preenchendo-nos completamente com ela. Sentimos o nosso corpo envolvido e preenchido com essa energia de paz e amor universal. Mantemos esta sensação durante cerca de dois minutos e depois, lentamente, pensamos somente em inspirar paz. Pensamos na paz e concentramo-nos na respiração desse sentimento, um sentimento de paz. Quando expiramos, enviamos paz também para o universo, preenchendo-o. Fazer esta respiração durante cerca de dois minutos e está-se pronto para a Meditação da Luz Dourada. Visualizamos de seguida, que inspiramos uma luz dourada. Sentimo-la a entrar para os nossos pulmões e a espalhar-se por todo o nosso corpo. Fazêmo-lo nove vezes. Passamos a respirar regularmente pelo nariz. Depois, começamos a visualizar uma linha dourada desde a base da espinha até ao topo da cabeça. Visualizamos essa linha dourada da grossura de um fio de electricidade. Fazêmo-lo nove vezes. Visualizamos então a grossura do fio dourado a aumentar lentamente até atingir a grossura de um lápis. Sentimos a luz dourada desde a ponta da espinha até ao topo da cabeça. Novamente sentimos a expansão da grossura da luz dourada até atingir a grossura de um dedo a fluir desde o topo da cabeça até à base da espinha. Agora, sentimos a luz a expandir-se para uma coluna de luz dourada que flui desde a base da espinha até o topo da cabeça. Visualizamos esta bela coluna de luz dourada a expandir-se lentamente até nos envolver completamente todo o corpo. Ficamos a sentir, pacificamente, essa luz dourada a envolver-nos. Agora, lentamente visualizamos a coluna de luz que nos envolve, a transformar-se num grande ovo de luz dourada que nos envolve completamente. Sentimos a sua paz e também a sua protecção. Tudo o que está dentro desse ovo cintila de energia, alimenta a nossa aura de energia e fortalece-a. Ficamos durante cerca de dois minutos sentindo-nos envolvidos por esse ovo de luz dourada. Depois, começamos a visualizar o encolhimento do ovo dourado. Primeiro sentindo-o voltar à forma de coluna, e depois lentamente sentimo-la encolher até à base da espinha e ao topo da cabeça. Depois sentimo-la a encolher lentamente até ficar do tamanho de um dedo, depois de um lápis, e finalmente, da grossura dum único fio dourado. Agora, sentimos a energia desse fio dourado a fluir desde a base da espinha até ao topo da cabeça e focalizamo-nos no ponto de intersecção das linhas do terceiro olho e do topo da cabeça. Respiramos por nove vezes, sentindo a energia da luz dourada nesse local da cabeça e depois, deixamos a energia fluir de novo para a boca, estômago, baixo abdómen, deixando-a dissolver-se aí lentamente. Respiramos fundo mais umas quantas vezes e sentimos toda a paz e protecção que essa luz dourada nos proporcionou. Sentimos que podemos fazer esse exercício sempre que quisermos, envolver-nos nessa luz dourada e fortalecer a nossa aura com a sua protecção e energia.

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“O que for a profundeza do teu ser, assim será teu desejo.

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Brihadaranyaka Upanishad

Transforme-se em ti mesmo e descubra quem você é.

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DEIXE A TUA LUZ BRILHAR

DEIXE A TUA LUZ BRILHAR
Desperte para a regeneração da alma e do próprio corpo físico, começando por se desintoxicar daquilo que desequilibra a tua saúde física. Depure e purifique teus pensamentos, olhando mais para o Sol da verdade, do que para as nuvens da ignorância. Quem se faz luz não teme a escuridão, nem nevoeiros passageiros. Sabe que tudo que não for essencialmente divino, passa e se transmuta. Sendo assim, transmute-se!